segunda-feira, 13 de setembro de 2010

10 FRASES na campanha política

10 FRASES na campanha política.


1. “A pouca vergonha tomou conta da política”.

Lula, durante comício em Valparaíso de Goiás, esquecendo que vive exclusivamente da política desde que parou de trabalhar, na década de 80.


2. “Fim de semana com a Paula. De volta a Brasília, gravação. Amanhã, comício no Valparaízo. Mas se o Gabriel chegar, volto correndo para lá”.

Dilma Rousseff, assassinando o português também por escrito, no twitter...., é, ela escreveu Valparaíso com "z".


3. “Se as pessoas erraram, foram as pessoas e não a instituição”.

Dilma Rousseff, sobre o escândalo da quebra ilegal de sigilo fiscal na Receita Federal, explicando que, embora o chefão do Fisco tenha sido escolhido pelo PT, embora os bandidos que acessaram ilegalmente os dados sigilosos sejam do PT, embora o crime tenha sido praticado exclusivamente contra adversários do PT, embora os dados sigiolos das vítimas tenham sido encontrados com militantes do PT, o PT não tem nada com isso.


4. “O Ministério Público não pode agir a reboque das paixões do período eleitoral. O Ministério Público agirá no tempo do Ministério Público”.

Roberto Gurgel, procurador-geral da República, para vergonha dos promotores de Justiça, afirmando que existe o tempo certo para agir contra crimes praticados. No caso, é o tempo fixado pelos interesses do presidente Lula, ou seja, depois das eleições.


5. “Outro dia, aqui no centro de São Paulo, você podia comprar disquetes com informações até de bancos privados”.

Guido Mantega, ministro da Fazenda... O que vocês acham de um ministro da fazenda que acha plenamente normal "comprar dados sigilosos (sigilosos por força de lei) até de bancos privados"? É o CRIME que ele acha normal, banal.... Será que o ministro, com toda sua moral, também estaria fazendo compras pela capital paulista?


6. “Em tese, o fato de algumas informações terem sido vazadas no ano passado afastaria a motivação eleitoral por trás disso”.

Roberto Gurgel, procurador-geral da República, ou melhor... procurador geral do PT, a serviço do presidente Lula, ensinando que crimes eleitorais não são crimes eleitorais se forem praticados antes de 31 de dezembro de 2009. A constituição, o código penal e o código eleitoral entraram em vigor só no dia 1º de janeiro de 2010.


7. “Agora, eu tenho certeza e vou reiterar isso: o presidente Lula irá apurar isso até as últimas consequências. Agora, eu vou chamar a atenção de vocês para uma coisa: a Receita Federal assim como a Polícia Federal, os órgãos de estado do Brasil, são muito importantes”.

Dilma Rousseff, em Porto Alegre, explicando que a polícia e a receita federal são importantes, mas quem vai apurar a bandidagem é o presidente Lula, que manda na polícia e na receita federal. Mas a candidata está em evolução, se não no raciocínio lógico, pelo menos conseguiu concordar o sujeito e o predicado.


8. “Che Guevara!”

Dilma Rousseff, revelando na entrevista à revista Gloss de setembro quem é o seu símbolo sexual. É isso aí.... além das excepcionais qualidades da candidata, como o respeito à lingua portuguesa, a capacidade de raciocínio lógico, dentre outras, ela acaba de confessar mais uma... tem paixão por assassinos e sequestradores.


9. “Nessa questão de legalidade, é interessante que tem um salto mortal entre o vazamento da Receita e a minha campanha”.

Dilma Rousseff, dando um salto mortal durante entrevista coletiva esta semana. O que será que ela quis dizer? Vamos lá: (1) entre o vazamento da receita (sim, a receita vazou, escafedeu-se, procura-se a Receita Federal) e a campanha existe um salto mortal, e isto é interessante sob o aspecto da legalidade! (2) O salto mortal é interessante entre o vazamento da receita e a campanha, e isto é legal. (3) Existe legalidade no salto mortal entre o vazamento da receita e a campanha. Me desculpem.... estou estudando mas ainda não me especializei em dilmês!


10. “Política é coisa séria, chega de palhaçada”.

Maguila, ex boxeador, candidato a deputado federal pelo PTN, tentando nocautear o Tiririca durante o horário eleitoral gratuito.


Dr. Luiz Arnaldo de Oliveira Lucato
Vice-Presidente

Aposentadoria antes de 1998 terá novo cálculo

Aposentadoria antes de 1998 terá novo cálculo

JORNAL DA TARDE - ECONOMIA


O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, por 8 votos a 1, que os beneficiários do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) que se aposentaram antes de 1998 devem ter os benefícios limitados ao novo teto, de R$ 1.200,00, estabelecido naquele ano (1998).

O processo julgado ontem envolvia um beneficiário que teve a aposentadoria calculada com base no teto que vigorava à época: de R$ 1.081,50. Emenda constitucional aprovada em 1998 aumentou esse teto para R$ 1.200,00. A Justiça Federal de Sergipe garantiu ao beneficiário o recálculo de seu salário-benefício com base no novo teto.

O Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) recorreu dessa decisão ao Supremo, na tentativa de manter, para os beneficiários que se aposentaram antes de 1998 o teto de R$ 1.081,50, mas foi derrotado.

O STF reconheceu que o caso tem repercussão geral. Por isso, a decisão de ontem neste processo será aplicada pelas instâncias inferiores, em casos idênticos. O INSS argumentava ainda não haver previsão orçamentária para custear as despesas relativas ao novo teto dos benefícios. “A concessão do benefício é um ato único, ao qual se aplicam as leis vigentes à época da concessão para o cálculo do valor a ser pago ao beneficiário”, afirmava o INSS no processo.

O governo ainda não calculou o impacto da decisão nas contas públicas, mas o procurador-geral Federal, Marcelo Siqueira, adiantou que o valor não deve ser elevado e deve alcançar em torno de 6% do total de aposentados e pensionistas do Regime Geral de Previdência Social – aproximadamente 1 milhão de pessoas. No caso julgado ontem, por exemplo, o beneficiário receberia em torno de R$ 40 a mais por mês.

Os ministros afirmaram durante o julgamento que, ampliado o teto, o beneficiário tem direito ao benefício limitado ao novo teto. “Ampliado o valor máximo, nada mais lógico do que reajustar o benefício”, afirmou o ministro Gilmar Mendes. Hoje, o teto do RGPS está em R$ 3.416,54.

O único ministro a votar contra o recálculo do benefício foi Dias Toffoli. Na opinião do ministro, a emenda constitucional de 1998 que aumentou o teto não podia retroagir para beneficiar quem se aposentou anteriormente. Além disso, argumentou que o valor do benefício é calculado apenas uma vez, não cabendo ser alterado com a mudança do teto.


Dr. Luiz Arnaldo de Oliveira Lucato
Vice-Presidente